como puros, limpos e justos.
Julgam-se superiores
pela vontade de seu deus genocida.
Qualificam de sujos, imperfeitos e burros
negros, mestiços e indígenas.
Seja pela providência,
pela razão ou pela força,
querem impor,
sempre de novo ao mundo,
seu projeto supremacista
e a exploração capitalista.
Mas é certo que um dia
a revolta de todos os excluídos
há de lhes surpreender
como no velho Haiti,
com a cega justiça da guilhotina.
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