O trabalho não é minha vida.
Ele é só meu modo de sobreviver,
de me conformar, de me me calar,
de ser ninguém entre os outros.
O trabalho é meu tempo vendido,
perdido.
É a vida que falta.
É ser explorado, usado.
É a tortura no tripalium.
É o salário.
Por tudo isso,
não me define o trabalho
em um mundo de senhores
e proprietários.