É o que justifica hierarquias e contratos,
a distinção entre senhores e servos,
ricos e miseráveis,
governantes e governados.
O privilégio é tido como direito divino
entre os abastados.
Mas não passa de uma perversão social,
um crime contra o proletariado.
O privilégio não é natural nem sagrado,
mas brutal expressão
de relações assimétricas de poder
e constituição de um Estado.
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