inventaremos a primavera da autonomia.
Faremos da liberdade uma prática cotidiana,
um modo de existência, uma arte,
um grito, um protesto.
O deboche, o riso e a ironia
serão nossa resposta a autoridade
dos senhores da moral e da verdade.
Ousaremos ser sem o pudor das disciplinas,
interdições e submissões,
que alimentam o jogo do poder e das desigualdades.
Inventaremos, outros mundos, lugares,
outras sensibilidades,
praticando a autogestão e produzindo liberdade.
Nenhum comentário:
Postar um comentário