A guerra é uma bandeira fascista,
a mais radical expressão de sua política,
da exceção como norma estatal.
Da rapina ao extermínio,
tudo se justifica durante uma guerra.
Pois tudo é permitido, nada é proibido,
quando a nação está em perigo.
Segundo Benedict Anderson em seu clássico estudo “Nação e Consciência Nacional, um estado nação é uma comunidade política imaginária, uma dessas estranhas construções culturais da modernidade. Particularmente, diria ainda que algumas imaginações nacionais mostram-se mais funcionais enquanto outras, por uma serie de variáveis, são tragicamente desfuncionais e carnavalescas versões de qualquer fantasia nacionalista ideal. O exemplo brasileiro enquadra-se, naturalmente, neste ultimo caso...
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