A mudança está na persistência da ação que, diariamente, não se conforma a norma. Buscar outras formas de ser e viver é o que cria mudança.
Tal teimosia precisa acontecer por toda parte e o tempo todo. Por isso, o cotidiano da política precisa se confundir com o cotidiano das ruas, com o indeterminado das necessidades e vontades dos corpos. Caso contrário, seremos derrotados pela rotina que nos é imposta pelo imperativo do conformismo e da sobrevivência mecânica.
A politica que nasce do cotidiano, não cabe em partidos, não se conforma a república, nem respeita ideologias, confunde-se com a VIDA que extrapola e desafia toda relação de opressão e poder. Vida que improvisa e se multiplica, que é sempre outra, que é constante mudança, que jamais se conforma ou se define na reinvençãode territórios.
Nenhum comentário:
Postar um comentário