no proletariado como sujeito histórico
e nem vejo diferença entre conservadores e progressistas.
Não sou moderno,
herdeiro do Iluminismo,
hegeliano ou humanista.
Nunca levei a sério as decantadas virtudes
da civilização branca, ocidental e europeia,
jamais acreditei no bem contra o mal,
nos poderes da deusa Razão
nas estatísticas, algoritmos
ou indicativos socioeconômicos.
Nunca confiei em vanguardas,
partidos e pravdas,
que prometem uma duvidosa revolução social.
Aposto apenas na transfiguração de Gaia
e transvalorização de todos os valores,
na potência dos corpos, dos mundos,
das imaginações, das multidões e dos povos
em tempestade, devir e transmutações.
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